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Hestia

UMA PLATAFORMA DEDICADA À REMOÇÃO E À MONITORIZAÇÃO SISTEMÁTICA DO LIXO MARINHO

O Hestia é um projecto dedicado a iniciativas de remoção de detritos marinhos e ao seu estudo, através de metodologias de monitorização, por forma a melhor se conhecer a sua proveniência e contribuir para a diminuição deste tipo de poluição.

O PROBLEMA DO LIXO MARINHO

Os oceanos são assolados pelo lixo de origem antropogénica. Provenientes da terra ou despejados diretamente nos mares, rios e ribeiras, os detritos ligados a atividades industriais, domésticas ou lúdicas são um problema global com impactos drásticos na saúde dos ecossistemas.

Predominantemente constituídos por materiais duráveis, na sua maioria plásticos, os detritos eternizam a sua presença nos mares, causando a destruição de animais e plantas marinhos (sufocando, aprisionando ou provocando a ingestão) e, indiretamente, do ser humano, num ciclo que termina com o consumo do seu próprio lixo através da cadeia alimentar.

IDENTIFICAR AS FONTES POLUENTES

As áreas costeiras acumulam uma pequena amostra do lixo que polui os mares. A plataforma Hestia intervém, por isso, no sentido de contribuir para a definição das suas fontes, através de atividades calendarizadas com vista à catalogação, quantificação e recolha de detritos numa praia designada, a da Samarra, em Sintra. Para tal, é utilizado o Guia de Monitorização de Lixo Marinho desenvolvido pela Convenção OSPAR.

A metodologia aplicada, que prevê a realização de uma iniciativa por estação do ano nos picos de baixa-mar, utiliza a unidade de amostragem de 100 m da praia, dividida em dois troços, nas quais uma equipa regular recolhe e regista todos os itens encontrados em fichas de amostragem. Os dados resultantes das campanhas são posteriormente processados, para elaboração de relatórios anuais.

INICIATIVAS DE RECOLHA DE LIXO

Paralelamente às atividades de monitorização orientadas pelo guia aplicadas na praia da Samarra, a equipa promove, noutros locais costeiros e com um calendário desfasado, iniciativas dedicadas apenas à recolha de detritos. Estas ações, embora fora do âmbito do estudo, permitem um olhar mais diversificado sobre diferentes realidades locais e uma maior possibilidade de impacto em sítios com maior necessidade de intervenção.

Paralelamente às atividades de recolha, são permanentemente comunicados com o público as iniciativas realizadas e alguns dos resultados mais visíveis. Tal tem como objetivo sensibilizar as comunidades para os cuidados que devem ser tidos com os detritos e alertar para os perigos que os mesmos representam para todos os sistemas.

ÂMBITO GEOGRÁFICO

No que diz respeito à geografia das intervenções, a plataforma Hestia atua na Praia da Samarra, em Sintra, para monitorização e recolha de detritos marinhos. Tal escolha respeita os critérios necessários para praias cuja intervenção se guie pela metodologia utilizada pela convenção OSPAR.

As restantes áreas de intervenção centram-se, tal como a praia da Samarra, no concelho de Sintra, mas também de Mafra, sendo dada prioridade na escolha de zonas com maior acumulação de lixo.

Hestia

UMA PLATAFORMA DEDICADA À REMOÇÃO E À MONITORIZAÇÃO SISTEMÁTICA DO LIXO MARINHO

O Hestia é um projecto dedicado a iniciativas de remoção de detritos marinhos e ao seu estudo, através de metodologias de monitorização, por forma a melhor se conhecer a sua proveniência e contribuir para a diminuição deste tipo de poluição.

O PROBLEMA DO LIXO MARINHO

Os oceanos são assolados pelo lixo de origem antropogénica. Provenientes da terra ou despejados diretamente nos mares, rios e ribeiras, os detritos ligados a atividades industriais, domésticas ou lúdicas são um problema global com impactos drásticos na saúde dos ecossistemas.

Predominantemente constituídos por materiais duráveis, na sua maioria plásticos, os detritos eternizam a sua presença nos mares, causando a destruição de animais e plantas marinhos (sufocando, aprisionando ou provocando a ingestão) e, indiretamente, do ser humano, num ciclo que termina com o consumo do seu próprio lixo através da cadeia alimentar.

IDENTIFICAR AS FONTES POLUENTES

As áreas costeiras acumulam uma pequena amostra do lixo que polui os mares. A plataforma Hestia intervém, por isso, no sentido de contribuir para a definição das suas fontes, através de atividades calendarizadas com vista à catalogação, quantificação e recolha de detritos numa praia designada, a da Samarra, em Sintra. Para tal, é utilizado o Guia de Monitorização de Lixo Marinho desenvolvido pela Convenção OSPAR.

A metodologia aplicada, que prevê a realização de uma iniciativa por estação do ano nos picos de baixa-mar, utiliza a unidade de amostragem de 100 m da praia, dividida em dois troços, nas quais uma equipa regular recolhe e regista todos os itens encontrados em fichas de amostragem. Os dados resultantes das campanhas são posteriormente processados, para elaboração de relatórios anuais.

INICIATIVAS DE RECOLHA DE LIXO

Paralelamente às atividades de monitorização orientadas pelo guia aplicadas na praia da Samarra, a equipa promove, noutros locais costeiros e com um calendário desfasado, iniciativas dedicadas apenas à recolha de detritos. Estas ações, embora fora do âmbito do estudo, permitem um olhar mais diversificado sobre diferentes realidades locais e uma maior possibilidade de impacto em sítios com maior necessidade de intervenção.

Paralelamente às atividades de recolha, são permanentemente comunicados com o público as iniciativas realizadas e alguns dos resultados mais visíveis. Tal tem como objetivo sensibilizar as comunidades para os cuidados que devem ser tidos com os detritos e alertar para os perigos que os mesmos representam para todos os sistemas.

ÂMBITO GEOGRÁFICO

No que diz respeito à geografia das intervenções, a plataforma Hestia atua na Praia da Samarra, em Sintra, para monitorização e recolha de detritos marinhos. Tal escolha respeita os critérios necessários para praias cuja intervenção se guie pela metodologia utilizada pela convenção OSPAR.

As restantes áreas de intervenção centram-se, tal como a praia da Samarra, no concelho de Sintra, mas também de Mafra, sendo dada prioridade na escolha de zonas com maior acumulação de lixo.