
ESQUILO-VERMELHO
Sciurus vulgaris
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DESCRIÇÃO
Pequena coruja (Strigidae) com cerca de 25 cm de altura e 54 cm de envergadura, de silhueta compacta e de plumagem predominantemente castanha, pontuada por manchas mais claras nas partes superiores e que aumentam de área na direção do peito e do abdómen. Os olhos de amarelo vivo são enquadrados por sobrancelhas oblíquas de coloração branca.
ECOLOGIA & HABITAT
Alimenta-se de insetos, anfíbios, reptéis e outras aves. Nidifica em árvores e em edificações humanas, por vezes recorrendo a falésias, pedreiras, ou diretamente no solo. Apresenta um voo célere e ondulante a longas distâncias, optando por batimentos energéticos a curta distância. Os seus chamamentos, muitas vezes feitos em diálogo, são frequentemente ouvidos durante a noite ao longo do ano.
Espécie sedentária e residente na Península Ibérica. Habita e reproduz-se em espaços baixos e descampados, de configuração mista e de interface. Nocturna, mas com hábitos parcialmente diurnos, é muitas vezes observável em lugares cimeiros, como postes e muros, durante as primeiras horas da manhã e ao entardecer.
DISTRIBUIÇÃO GLOBAL
Espécie sedentária e residente na Península Ibérica. Habita e reproduz-se em espaços baixos e descampados, de configuração mista e de interface. Nocturna, mas com hábitos parcialmente diurnos, é muitas vezes observável em lugares cimeiros, como postes e muros, durante as primeiras horas da manhã e ao entardecer.
NO VALE DA SAMARRA
O mocho-galego é uma espécie comum no Vale da Samarra, onde é facilmente constatável no mosaico agrícola sobranceiro ao litoral de falésias a Norte da ribeira e junto às áreas urbanas de São João das Lampas. Aqui, a relação com a presença humana parece ser-lhe favorável, explorando os recursos e os espaços abertos pela exploração agrícola dos campos e estando, na maioria dos casos, associada aos limites das aldeias.
VOCALIZAÇÃO
Manuel Grosselet / Saint-Bauzille-de-Putois, Hérault, Occitanie, França (CC BY-NC-SA 4.0)
NO VALE DA SAMARRA
O mocho-galego é uma espécie comum no Vale da Samarra, onde é facilmente constatável no mosaico agrícola sobranceiro ao litoral de falésias a Norte da ribeira e junto às áreas urbanas de São João das Lampas. Aqui, a relação com a presença humana parece ser-lhe favorável, explorando os recursos e os espaços abertos pela exploração agrícola dos campos e estando, na maioria dos casos, associada aos limites das aldeias.
